segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Copenhagen Institute of Interaction Design



O objetivo do Design de Interação programa é que estudantes, professores e funcionários trabalhem em conjunto em um ambiente multi-cultural , multidisciplinar , e criem um novo tipo de educação que é relevante para o meio acadêmico e a indústria.

Após um rigoroso processo de seleção, 21 alunos de todo o mundo foram escolhidos para participar  em tempo integral,da  versão experimental de um futuro curso de mestrado em design de interação. Uma seleção diversificada  expõe os alunos a uma gama de conhecimentos sobre um currículo totalmente imersivo.
O instituto acredita em uma abordagem prática e centrada no usuário para o design de interação e este programa de um ano ensina os alunos a aplicarem a tecnologia para a vida cotidiana - por meio do projeto de software, produtos e serviços.
Aos alunos são ensinados os conhecimentos de programação e eletrônica necessários para trabalhar com tecnologia , meio de trabalho de design  freqüente , e em equipes multi-disciplinares . Eles realizam pesquisas com usuários e experiência de prototipagem para fornecer aterramento do mundo real para os seus conceitos.
O Ministério dinamarquês da Economia e Comércio, o Ministério dinamarquês da Cultura, da Novo Nordisk e dinamarquês Design Escola já concederam uma ajuda financeira para o programa. A Fundação JL patrocina equipamentos técnicos para o projeto do laboratório.




Video:
http://ciid.dk/2010/03/08/small-interactions-at-ciid/

Design de interação


Designers de interação avançam explorando paradigmas e tirando proveito dos avanços tecnológicos. Enquanto a capacidade e complexidade dos dispositivos evoluem, estes profissionais tem um papel importante na consolidação da tecnologia como um grande benefício para as pessoas.


fonte: Wikipedia

domingo, 26 de setembro de 2010

Miguel Rio Branco

          Dentre as diversas obras de arte expostas no Inhotim, um espaço me chamou a atençao desde a primeira visita ao site.Na verdade, nao é apenas uma obra e sim, um conjunto de obras que formaram um pavilhão com o próprio nome do artista, Miguel Rio Branco. Além do pavilhão ter despertado muito minha curiosidade, o que me interessou muito foi o  vasta área de atuação do artista, que trabalha com áudio visual, publicações, pintura, desenho, fotografia e instalações. Além disso, é um artista muito presente e importante para a  arte contemporânea mundial, tendo suas obras expostas em diversas partes do mundo.            (Imagem do pavilhão abaixo)

       
  Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco nasceu em 1946 em Las Palmas de Gran Canaria , na Espanha, atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro.Iniciou sua carreira em 1964, quando tinha apenas 18 anos,em uma exposicao em Berna, Suiça. Em 1966 estudou no New York Institute of Photography  e em 1968 na Escola Superior de Desenho Industrial , no Rio de Janeiro.Já em 1970 começou a trabalhar como fotógrafo e diretor de   curtas e longas metragens o que o tornou uns dos melhores fotojornalistas de cor. É correspondente do Magnum Photos desde 1980.Nessa época seu trabalho passou a ser aclamado internacionalmente, recebendo portanto vários premios e homenagens, como o Grande Premio da Primeira Trienal de fotografia no Museu de Arte Moderna de Sao Paulo e o Premio Kodak de La Critique Photographique, em 1982 na França.Nos últimos 20 anos seu trabalho fotográfico foi exposto em vários lugares como o  Centre George Pompidou em Paris,na Bienal de Sao Paulo,e em outros museus em Paris, Nova Iorque , Amsterdam e Rio de Janeiro.

Miguel dirigiu 14 curta metragens e fotografou 8 longas,seu trabalho mais recente  é o filme "Uma avenida chamada Brasil"de 1988. Ganhou o premio de melhor fotografia em "Memoria Viva" e "Aboliçao" entre outros.Suas fotografias foram publicadas em diversas revistas importantes como a National Geographic e a Geo. Publicou também quatro livros : Dulce Sudor Amargo, Nakta, Miguel Rio Branco e Silent Book.


  ( Fotografias expostas no pavilhão)


entrevista de Miguel Rio Branco sobre suas obras no youtube:

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Estratégias de apropriação do espaço

Le Parkour




Hoje vou começar a falar sobre as formas de apropriação do espaço, a primeira delas é o Le Parkour,
que  surgiu na década de 80, na França. David Belle, usou inspirações no seu pai, um dos combatentes na Guerra do Vietnã, que usava alguma das técnicas do Parkour (que naquela época não possuia este nome) na guerra. David Belle então adptou essas técnicas e as batizou "Le Parkour" (O Percurso). Após isso, com muita dedicação e tempo, foi reunindo pessoas que aderiram à prática. Mais tarde,apareceu em várias reportagens na mídia, e o Parkour passou de desconhecido à uma disciplina praticada no mundo todo.Uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Foi criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como "traceur" e mulheres como "traceuses".








mais no youtube:
 A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum , a pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita.Enfim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.


Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
A deriva tem Guy Debord como um dos seus maiores entusiastas e estudiosos. Este autor formulou o início da Teoria da Deriva em 1958 , durante a Internacional Situacionista que aconteceu na Itália.


Flanêur






Flanêur é uma palavra do francês que pode ser traduzida como ''Flanador'' e usada para se referir a homens com um certo comportamento peculiar, incomum. Esse estilo de vida foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire.O flanêur é um observador que caminha tranquilamente pelas ruas,observando tudo a sua volta, apreendendo cada detalhe,sem ser notado, sem se inserir na paisagem.Busca uma nova percepçao da cidade e vê o mundo com olhos diferentes da maioria da população.


Flash  Mob




Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Condomínio Barca do Sol




Parte individual do trabalho utilizando o sketch up - Condomínio Barca do Sol, projetado pelo arquiteto Éolo Maia.

Pampulha


(obs: meu teclado voltou a  ter problemas na acentuacao, que vou ajustar em breve!)

   Na sexta feira , 20 de Agosto, fizemos uma visita à Pampulha, para poder analisar e entender melhor,de perto, algumas das obras de Oscar Niemeyer.A lagoa da Pampulha foi projetada na década de 40, quando Juscelino Kubitscheck era prefeito. E foi à pedidos  de JK, que Niemeyer projetou o  Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que consta do Cassino ( atual museu), da Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile da Pampulha e o Iate Clube. 




               O Cassino logo que foi inaugurado passou a atrair jogadores de todo o país, tornando a vida noturna da cidade agitada, o que desencadeou por exemplo, na vinda de várias atraçoes internacionais da música da época. Mas esse período de "glamour" durou pouco, quando em 1946 os cassinos foram proibidos no Brasil pelo governo Dutra. Em 1957 passou a ser então o Museu de Arte, e ficou conhecido como o " Palácio de Cristal". 
        Durante a visita pude entender o motivo pelo qual recebeu tal título, mesmo ja conhecendo o museu ,pelas visitas colegiais de alguns anos atrás, só dessa vez, pude prestar mais atenção em cada detalhe e conhecer melhor essa obra, que devemos muito nos orgulhar, pela sua imensa importância na arquitetura contemporânea mundial. É incrível a forma com que Niemeyer projetou esse prédio, caprichando em cada detalhe, desde o design de uma simples pingadeira, às pilastras que sustentam, sozinhas, toda a sua estrutura. Tais pilastras que  anularam  a necessidade de paredes na sustentaçao da fachada, que é toda coberta por janelas ,e que criam assim  uma sensaçao de estar em um espaço translúcido e flutuante. É claro que nao podia ser diferente, pois  perder a incrível vista panoramica da lagoa seria um pecado.  Na foto ao lado é possivel confirmar esse fato, que representou uma grande inovaçao na arquitetura da época, e esse tipo de projeto é até hoje  utilizado por Niemeyer em suas construçoes. 

                                 
                                                       
     
       Saímos do museu e fomos em direçao à Casa do Baile, outra obra de Niemeyer , que nos inspira com suas curvas  sensuais e ousadas, marca do arquiteto. O espaço foi inaugurado em 1943 , abrigava um restaurante, uma pista de danca , cozinha e toiletes. É situada em uma ilha artificial, projetada tambem por Niemeyer, e  constitui de um palco circular no centro de um pequeno lago, onde eram realizados shows musicais. A casa foi sede de grandes festas da alta sociedade mineira até o ano de 1948, quando foi fechada. E se tornou em seguida um ambiente para fins comercias. Há oito anos se tornou  Centro de Referência de UrbanismoArquitetura e do Design, o que é um orgulho para nos estudantes e futuros arquitetos.
          O projeto arquitetonico e paisagístico ( por Burle Max)  integra totalmente a lagoa, e a planta da Casa e baseada em circunferencias que se tangenciam internamente. Porém é uma pena o rebaixamento feito no teto em sua última reforma, que em formas de círculos concentricos , fugiu dos padroes estéticos que a obra propoe, e que esteve sempre presente nos projetos de Niemeyer.
       Finalizando, nessa manha do dia 20 de agosto pude começar a aprofundar melhor no mundo da arquitetura, o qual comecei a fazer parte agora e quero  muito desvendar.


Até a próxima !